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Simões Pires | Supply Solutions | 10/03/2026
A guerra pode parecer distante.
Mas o impacto logístico já chegou à sua empresa.
No Brasil, hoje, o transporte rodoviário já ultrapassa R$ 7,60 por km em algumas rotas, segundo o Índice de Frete Rodoviário (IFR) da Edenred Repom.
O frete já subiu mais de 14% em apenas um ano no Brasil.
E isso acontece em um país onde os custos logísticos já consomem cerca de 15% do PIB.
Agora adicione mais três variáveis ao mesmo tempo:
A pergunta não é mais se os custos vão subir.
A pergunta agora é: QUANDO e QUANTO.
Muitas malhas logísticas brasileiras foram desenhadas em um contexto que está desaparecendo:
Esse cenário está mudando rapidamente.
E isso cria um efeito que poucas empresas estão antecipando:
Fábricas, Centros de distribuição e Hubs que hoje parecem eficientes podem se tornar estruturalmente caros nos próximos anos.
Rotas que hoje funcionam podem se tornar economicamente inviáveis.
Redes desenhadas por incentivo fiscal podem perder competitividade durante a transição da reforma tributária.
Agora imagine estes choques acontecendo ao mesmo tempo:
O impacto pode ser enorme.
Mas muitas empresas ainda estão olhando apenas para o frete do mês.
As mais preparadas já estão simulando cenários como:
Porque no cenário logístico que começa a se formar, a pergunta deixa de ser operacional.
Ela passa a ser estratégica:
Como a sua cadeia de suprimentos reage se o mundo ficar mais instável nos próximos meses?
Quando esses movimentos acontecem ao mesmo tempo, muitas redes logísticas simplesmente deixam de fazer sentido.
E as empresas que não antecipam esse movimento acabam reagindo tarde demais.
Nos próximos meses, muitas cadeias logísticas serão testadas.
Sua empresa já está simulando estes cenários na malha logística?
Fale com a gente e saiba mais!
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