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Simões Pires | Legal Opportunities | 14/01/2026
Em períodos de auditoria, um tema sempre ganha protagonismo no Jurídico: a provisão judicial.
E não poderia ser diferente, afinal, trata-se do principal indicador de risco financeiro e de impacto contábil da companhia pela ótica das consequências judiciais passivas.
Enquanto o Jurídico já opera sob uma rotina intensa de demandas, prazos e negociações, a auditoria adiciona uma camada adicional de complexidade: questionamentos detalhados, solicitações recorrentes de evidências e análises específicas.
Esse contexto exige a existência de pontos focais confiáveis, capazes de responder com agilidade, consistência e precisão.
É nesse cenário que a importância de uma política de provisão bem estruturada se torna evidente, especialmente quando sustentada por:
Quando esses elementos estão bem estabelecidos, o Jurídico deixa de atuar de forma reativa e passa a entregar previsibilidade ao negócio.
Nesse contexto, além do melhor suporte à auditoria, outros dois efeitos são imediatamente percebidos:
Uma governança sólida transforma o provisionamento em um processo fluido e contínuo, reduzindo a urgência típica dos ciclos de auditoria.
Com dados estruturados, critérios claros e fluxos maduros, o Jurídico passa a oferecer segurança, transparência e confiança para o negócio. Afinal, uma provisão precisa não é fruto do acaso, mas o resultado direto de método, disciplina e gestão.
Se quiser aprofundar esse tema, a Simões Pires atua apoiando empresas na estruturação e no aprimoramento do processo de contingenciamento de forma prática, customizada e integrada à realidade de cada Jurídico pautada nos conhecimentos contábeis, econômicos e estatísticos.
Nosso diferencial está na atuação conjunta com os times internos e na forte ênfase em passagem de conhecimento e autonomia operacional, evitando dependências e garantindo fluidez para que os clientes sustentem o processo com maturidade ao longo do tempo.
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