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Simões Pires | Lavínia Vieira | 17/07/2026
O resultado de uma companhia é dinâmico e permanentemente pressionado por volatilidade de custos, complexidade tributária e gargalos operacionais. Contudo, no atual cenário econômico brasileiro, essa pressão deixou de ser um ruído de fundo para se tornar o principal desafio estratégico das lideranças. A perda de rentabilidade muitas vezes reside em detalhes invisíveis à gestão diária, como políticas de despesas desatualizadas e ineficiências internas que sangram o caixa silenciosamente.
O mercado brasileiro em 2026 e 2027 desenha um quadro de extrema complexidade para o ecossistema corporativo. Não se trata de um pessimismo infundado, mas de engenharia financeira baseada em dados reais:
Sem espaço para repassar o aumento de custos a um consumidor já fragilizado, as companhias assistem ao espremimento severo de suas margens.
Diante desse cenário, a máxima de que “faturamento é vaidade, lucro é sanidade e caixa é rei” nunca foi tão verdadeira. Se não é possível controlar o mercado externo, a saída obrigatória é dominar com precisão cirúrgica a eficiência interna.
Para romper com a inércia dos orçamentos tradicionais — que costumam apenas replicar os gastos do ano anterior corrigidos pela inflação —, a Simões Pires direciona o foco das organizações para a metodologia do OBZ (Orçamento Base Zero).
O conceito do OBZ é simples em sua premissa, mas profundamente transformador em sua execução: nenhuma despesa ou custo tem direito adquirido. Em vez de olhar para o passado, a empresa é provocada a justificar cada centavo que pretende gastar no próximo ciclo, partindo de uma base igual a zero.
Esse processo traz três grandes benefícios práticos:
A Simões Pires atua exatamente nessa intersecção: analisamos seus números e traduzimos dados operacionais em margem real. Com um diagnóstico profundo, identificamos os ralos financeiros criados por políticas de despesas defasadas e redesenhamos a estrutura de custos da sua companhia sob a ótica da engenharia financeira.
O cenário corporativo de 2026 exige precisão analítica e ações direcionadas à maximização sustentável do seu EBITDA. Se o mercado externo restringe o crescimento do faturamento, a Simões Pires entrega as ferramentas e o método necessários para blindar o seu lucro de dentro para fora.
Lavínia Vieira é sócia de Advisory da Simões Pires.
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