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Valor Econômico | Renan Truffi e Sofia Aguiar — Brasília | 19/01/2026 | Gustavo Monferrari Viana
Expectativa é que acordo comercial com europeus acelere interesse de mercados como Reino Unido e Japão
O governo brasileiro espera que a assinatura do acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, neste sábado (17), inaugure uma espécie de “efeito dominó” para negociações de mesma natureza entre o bloco sul-americano e outros países. Isso porque o Brasil já tem sido procurado para acelerar tratados comerciais semelhantes desde o fim de 2025. O mais promissor deles é a negociação entre Mercosul e Canadá. Sobre este caso, o Valor apurou que as conversas estão avançadas, e a expectativa do Itamaraty é assinar uma zona de livre-comércio com o governo canadense ainda em 2026.
“O acordo com o Canadá tem, por si, um forte impacto político, por ser parte do bloco econômico USMCA [Acordo Estados Unidos-México-Canadá]. Por se tratar de um acordo de livre-comércio, e não uma união aduaneira ou mercado comum, os países-membros podem negociar individualmente. A expectativa natural do acordo com o Canadá é o acesso a mais um mercado, e em alguns setores de produtos agrícolas e primários a substituição de uma fatia do comércio entre Canadá, EUA e México por produtos advindos do Mercosul”, afirma Gustavo Monferrari Viana, sócio tributário e de comércio exterior da Simões Pires Consultoria.
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